quinta-feira, 11 de junho de 2009

In versos

E eis que ao andar na rua
Sinto o chão se abrir sob meus pés
E da calçada surge abissal fenda
Donde brota, quem diria, água,
Compondo poça estreita e funda.

...

Olho o espelho d’água e vejo a mim
E, mais além, a terra imunda.

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